Publicado em 15 de outubro de 2026
Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), divulgado pelo Portal da Urologia, a ocorrência de pedras nos rins aumenta cerca de 30% nos meses mais quentes do ano. O calor eleva a perda de líquido pelo corpo, o que deixa a urina mais concentrada e facilita a formação dos cálculos.
De acordo com o urologista Dr. Fábio Sepúlveda, da SBU, cerca de 1 em cada 10 brasileiros tem ou vai ter pedra nos rins ao longo da vida, e os casos são mais comuns entre os 20 e os 35 anos. Quem já teve um cálculo tem cerca de 50% de chance de ter outro episódio em até dez anos.
Entre os cuidados mais citados pela SBU e por reportagens recentes sobre o tema estão: beber de 2 a 3 litros de água por dia, reduzir o sal e o consumo de proteína animal (carne vermelha, miúdos e frutos do mar), e incluir sucos cítricos na alimentação. Café, chá preto, refrigerantes à base de cola e bebidas alcoólicas merecem atenção, e o uso de suplementos de vitamina C ou D sem orientação médica não é recomendado.
A cor da urina é um sinal simples para acompanhar em casa: quanto mais escura, maior a concentração e o risco. Dor que vem em ondas na lateral do corpo ou nas costas, às vezes junto com náusea ou sangue na urina, é sinal de atenção e pode indicar uma crise renal. Nesses casos, procure atendimento médico.
Quando a pedra não sai sozinha, existem opções de tratamento que evitam cortes na pele, como a ureteroscopia a laser. O Dr. Mário Soto explica, na consulta, qual é a melhor abordagem para cada caso.
Fontes
Conteúdo informativo, que não substitui a consulta.
